Qual método mantém as pessoas registrando por mais tempo?
A evidência mais próxima é um estudo de 2016 sobre um programa de incentivos para hábitos saudáveis. Quem conectou um dispositivo ou app para envios automáticos ficou ativo cerca de 20 semanas registrando exercício, enquanto quem digitava à mão ficou cerca de 6 semanas. Não era uma comparação com papel nem tratava de registros de treino. O estudo foi observacional, então não prova causa, e quem conecta dispositivos talvez já fosse mais motivado.
Quão precisos são os registros em papel?
Um estudo de 2018 acompanhou por 12 semanas 54 adultos de 45 anos ou mais com dor crônica no joelho. Os diários de exercício em papel foram comparados com um acelerômetro escondido. Os diários superestimaram o exercício: a mediana foi de 220 exercícios relatados contra 176 medidos. Os dois conjuntos de números tiveram só correlação moderada.
A lição não é que o papel seja ruim. Qualquer registro feito de memória depois pode se afastar do que aconteceu, então anote cada série logo depois de terminá-la.
Quais são as vantagens e desvantagens práticas?
- O papel é simples, não precisa de bateria nem tem notificações. Perde-se com facilidade, é difícil de pesquisar e não faz gráficos.
- Um app pode mostrar seu último desempenho enquanto você registra, lembrar você e guardar um histórico com busca. Você precisa do celular na mão, e ele só ajuda se você lançar as séries.
Como escolher?
Escolha o método que combina com o seu jeito de treinar. Se o celular distrai, use papel. Se quer gráficos e histórico com busca, use um app. Teste um por duas semanas e troque se você pular anotações.
O que faz qualquer registro funcionar?
- Anote peso e repetições de cada série logo depois da série.
- Use os mesmos campos em toda sessão para poder comparar.
- Revise a última semana antes de planejar a próxima.
O Roarer permite registrar cada série com peso e repetições, mostra seu último desempenho enquanto você registra e guarda todo o histórico para revisão.